Como muitos já devem saber, o principal fator de risco para o câncer de pele é a exposição aos raios de sol. Isso mesmo! Aquele mesmo sol que esquenta nosso dia a dia e que amamos pegar na praia pode desencadear um câncer de pele na gente. De tal modo, o sol que tomamos quando crianças e/ou adolescentes pode, então, acabar determinando se teremos câncer de pele ou não já quando na idade adulta. Não só isso, mas o fator familiar também pode ser de risco (principalmente para o melanoma), uma vez que, se um parente seu já teve o melanoma, as chances de você desenvolvê-lo é maior.
Aquelas pessoas que possuem um risco mais elevado de desenvolver câncer de pele são aqueles, por exemplo, que…
Quando aquele esportista, por exemplo, pega todos os dias pelo menos um pouco de sol, suas células vão sendo danificadas, o que pode acabar as desestruturando e desenvolvendo o câncer de pele futuramente. Assim exposto pelo menos um pouco de sol diariamente, quando ficamos com aquele vermelhinho levemente ardente, por exemplo, é estruturado o não melanoma, um pouco diferente do melanoma, que é desenvolvido a partir de sinais como aquelas assaduras nada legais que pegamos após um longo dia de praia ou de trabalho.
A relação existente aqui é: quanto mais cedo o diagnóstico é feito e quanto mais precoce ele for, maior a chance de tratar o câncer de pele. Quando se trata do câncer não melanoma, na maioria dos casos, o tratamento é realizado cirurgicamente. Igualmente para o câncer melanoma que, majoritariamente, também pode ser feito a partir de uma cirurgia, porém levando em consideração a questão do tempo. Quando não diagnosticado no início do seu desenvolvimento, o câncer de pele melanoma “invade” outros órgãos, como, por exemplo, o cérebro ou o pulmão. Dessa maneira, o tratamento pode também ser feito a partir de medicamentos, ou através de terapias, como a terapia-alvo e a imunoterapia.